Jeová tem prazer em seu Filho

Mateus 17:5

Este é o meu Filho amado de quem me agrado.

Para retratar o valor da alma de Deus no objeto do seu amor nós devemos começar do início. A primeira e mais fundamental coisa que podemos dizer sobre os prazeres de Deus é que ele tem prazer em seu Filho. Eu vou tentar desenrolar esta verdade em 5 afirmações.

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Jesus é o Cordeiro de Deus

Quando Jesus é chamado de Cordeiro de Deus em João 1:29 e João 1:36, é uma referência ao fato de que Ele é o sacrifício perfeito e definitivo pelo pecado. Para podermos compreender quem Cristo era e o que Ele fez, precisamos começar no Velho Testamento, onde encontramos as profecias sobre a vinda de Cristo como “expiação do pecado” (Isaías 53:10). Na verdade, o sistema de sacrifícios estabelecido por Deus no Velho Testamento preparou o terreno para a vinda de Jesus Cristo – o perfeito sacrifício que Deus providenciou como expiação pelos pecados de Seu povo (Romanos 8:3; Hebreus 10).

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Jesus Cristo: O único que pode oferecer liberdade

Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanece, pois, firmes e não vos submetais de novo a jugo de escravidão (Gl.5.1)

Escrevemos esse artigo para celebrar nossa salvação, lembrando da cerimônia memorial de sua morte, a ceia. Nela, estamos em comunhão com nossos irmãos, relembrarmos o sacrifício de Cristo, de reavaliarmos nossas vidas, de nos arrependermos por nossa intensa maldade que não apenas nos assedia como nos seduz a abandonarmos as instruções do nosso Deus. É por isso que escrevemos esse post para celebrar nossa liberdade em Cristo Jesus, nosso acesso direto e pessoal a Deus. Hoje estamos aqui para nos colocarmos em sua presença em gratidão por tudo que ele já fez por nós, pelo que tem feito, e pela esperança que temos de que, conforme sua vontade ele continuará a fazer em nós e por nós.

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Quem é Jesus Cristo na opinião dos anjos?

Há um texto nas Escrituras que me chama muito a atenção que é Lucas 2, onde vemos alguns acontecimentos referentes ao nascimento de Jesus Cristo. Em Lc 2.8-9 temos uma declaração interessante: “Havia pastores que estavam nos campos próximos e durante a noite tomavam conta dos seus rebanhos. Um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor resplandeceu ao redor deles e ficaram aterrorizados.” Talvez um dos grandes indicativos de que Jesus não tenha nascido no dia 25 de Dezembro esteja neste verso, por que pastores estavam durante a noite cuidando de suas ovelhas, o que sugere que não era inverno nessa região. Ou seja, certamente não era 25 de Dezembro.

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Quem é Jesus Cristo na opinião dos Profetas do Antigo Testamento?

As profecias referentes ao Messias foram escritas durante um período de mais de mil anos, por diferentes autores, em diferentes ocasiões como conhecemos através do Antigo Testamento. Esses profetas falaram de um Messias que um dia viria até a terra para viver entre os seres humanos. Essas profecias apresentam detalhes específicos sobre o Messias, como por exemplo, declarações sobre seu nascimento, sua linhagem, seu ministério, traição, sofrimento, morte, ressurreição com descrições específicas de locais e ocasiões para isso acontecer, e foram todas terminadas por volta de 430 anos antes de Cristo nascer.

Alguns escritores estimam que o Antigo Testamento ofereça cerca de 300 profecias que são cumpridas em Cristo, e nesse post pretendemos apresentar 312 citações diretas do Antigo Testamento que testemunham a visão que os profetas tinham de Jesus Cristo.

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Quem foi Jesus Cristo na opinião de Mathetes?

A Epístola a Diogneto é um belo e curto tratado apologético em favor do Cristianismo e não foi citado por nenhum cristão antigo ou medieval, e sobreviveu por meio de um único manuscrito que foi destruído em 1870. O autor é desconhecido e anônimo e sua data tem sido apresentada em algum lugar entre os pais apostólicos e o período de Constantino. A razão para se atribuir a um período anterior a Constantino é o fato de que tal carta apresenta um claro peso de uma severa perseguição contra os cristãos, que com a consolidação do cristianismo como religião oficial do Império Romano, veio a desaparecer.

O único dado que se sabe sobre o autor, é sua própria descrição como “discípulo dos apóstolos” o que sugeriu ser uma referência a uma segunda geração de cristãos. Ele se apresenta como “Mathetes”, palavra grega que significa discípulo. Entretanto, é possível que um cristão de outra época pudesse se considerar como um discípulo dos apóstolos sem necessariamente ter vivido pessoalmente com eles.

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Quem foi Jesus Cristo na opinião da Epístola de Barnabé?

O documento antigo conhecido como Epístola de Barnabé é uma carta preservada pelo Códice Sinaítico datado entre o terceiro e quarto século depois de Cristo. Trata-se de uma versão completa do Novo Testamento, que tem anexada após Apocalipse, juntamente com a obra do Pastor de Hermas. Entretanto, a antiguidade do documento é atestada pelas citações que outros pais da Igreja fazem dela bem antes do Códice mencionado.

Clemente de Alexandria (150-215dC) já fazia uso dessa epístola citando-a nos livro Stromata e O Instrutor. Além disso, outros fatores internos da carta sugerem que tenha sido escrito ainda mais cedo. Por exemplo, nos versos 3-5 do capítulo 16 a Epístola apresenta um quadro sobre os judeus que tendo o Templo sido destruído de acordo com a profecia do nosso Senhor, eles agora saem à guerra, embora sejam escravos dos seus inimigos. Embora isso possa ser identificado em várias ocasiões na história de Israel, é importante considerar o verso quatro do nono capítulo que apresenta um fato interessante: A circuncisão havia sido abolida, fato que ocorreu sob a ordenação de Adriano. Ou seja, essa carta foi escrita entre os dois fatos apresentados por ela mesma, sendo datada aproximadamente por volta de 130dC.

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Quem foi Jesus Cristo na opinião de Justino Mártir?

Justino veio de uma família não judaica de língua grega que vivia em Flávia Neápolis (Siquém) em Samaria (GRANT, Robert M. Greek Apologists of the Second Century. SCM, 1988), 50; MARTIR, Justino, 1 Apology 1.1; IN:ROBERTS, Alexander, DONALDSON, James, Ante-Nicene Fathers, VOL 1, pp.163). Ele escreveu sobre como procurou a verdade, dedicando-se a uma sucessão de escolas filosóficas: o estoicismo, o aristotelismo, pitagorismo e platonismo. (Dialogue, pp.195). Em toda sua busca, Justino não tinha se mostrado satisfeito, até que encontrou um homem idoso que caminhava na praia em Éfeso que demonstrou algumas falhas no sistema platônico que adotava.

Esse homem apresentou como o Antigo Testamento, escritos dos antigos profetas que vieram antes dos filósofos, apontava a vinda do Messias, mas isso ainda não o havia convencido. O que realmente impactou a vida de Justino foi a coragem dos mártires, que preferiam morrer a negar sua fé (Second Apology, 12.2; pp.192). Em suas palavras, Justino atestou que seu “espírito foi imediatamente posto no fogo e uma afeição pelos profetas e para aqueles que são amigos de Cristo” tomou conta do seu coração, e concluiu: “descobri que a única filosofia segura e útil” era a de Cristo. Isso aconteceu em cerca de 130 dC. Ainda vestindo sua roupagem filosófica, Justino dedicou sua vida a defesa do cristianismo ortodoxo contra seus adversários filosóficos.

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Quem é Jesus Cristo na opinião de Policarpo (59-155dC)?

Policarpo é lembrado influente Pai Apostólico e bispo de Esmina no segundo século, que morreu martirizado nas mãos do Império Romano aos oitenta e seis anos (MarPol.9.3), segundo o antigo documento cristão chamado O Martírio de Policarpo. Irineu afirma que o teria ouvido falar quando era ainda criança e o descreve do seguinte modo:

“Eu tenho mias vívida do que ocorreu naquela época do que dos eventos recentes (na medida em que as experiências da infância, acompanhando o crescimento da alma, se tornam incorporadas com ela), de modo que eu consigo descrever o local onde o abençoado Policarpo costumava sentar-se e ensinava – também sua saída e sua entrada – seu modo de vida geral e aparência pessoal, juntamente com os discursos que ele fez ao povo e também de como ele fala de sua relação familiar com João, e com o resto das pessoas que tinham visto o Senhor, e como se lembrava das palavras deles” (Irineu, Fragments of lost Works of Irinaeus, cp.2; IN: ROBERTS, Alexander, DONALDSON, James, Ante-Nicene Fathers, VOL 1, pp.568)

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