Cristo morreu para nos redimir dos pecados

A redenção é um aspecto da morte de Cristo sobre a cruz, que é ligado ao pecado e restrito em seu significado. Como substituição tem o sentido de assumir a culpa, a redenção tem sentido de pagar essa culpa assumida. Ou seja, a redenção é aplicada no que diz respeito ao pecado e o débito que ele causa, que pode apenas ser pago com sangue (Hb.9.22 cf. Lv.17.11). Logo, para que o preço de pecado pudesse ser pago, era necessário derramamento de sangue de um Cordeiro sem máculas. Essa era exigência colocada na história da redenção, que tem seu significado completo em Cristo (Jo.1.29; cf. Is.53.9; 1Pe.2.21-22).

Continuar lendo

Cristo morreu para nos substituir

Neste ponto é válido recordar algumas verdades: (1) Quando o homem caiu e se afastou de Deus, ficou em débito eterno para com Deus; (2) Contudo, a única maneira de o homem pagar por essa dívida, era sofrendo eternamente a penalidade fixada pela transgressão; (3) É também importante perceber que, o cumprimento dessa penalidade, é o que Deus deveria exigir por uma questão de justiça, e teria exigido, se não tivesse agido com amor e compaixão do pecador.

Continuar lendo

Cristo morreu para terminar a Lei

Com relação à Lei e a sua validade, é necessário ter muita cautela em fazer uma afirmação, pois o tema é delicado e tem implicações muito complexas para a práxis cristã e para uma teologia saudável. Anunciar o Fim da Lei em Cristo, não é uma questão de dizer que ela não tem mais validade, ou que em Cristo não se necessita mais dela. Portanto, é necessário compreender a expressão: “te,loj ga.r no,mou Cristo.j” (télos gar nomou Cristós: Por que o fim da Lei é Cristo, Rm.10.4).

Continuar lendo

Cristo morreu para nos adotar como filhos de Deus

Como já ficou muito evidente, não existe dignidade suficiente no homem que o faça merecer Tão Graciosa Obra da Salvação. Mas, não há tão maior prova de ausência de mérito senão a expressão “eis huiothesian” (para a adoção) em Ef.1.5 (cf. Gl.4.5; Rm.8.15), “por que um filho adotado deve sua posição à graça e não ao direito, e, ainda mais, é trazido ao seio da família, passando a ter os mesmos privilégios e deveres de um filho de nascimento“.

Continuar lendo

Cristo morreu para nos fazer santos diante de Deus

Santificação, segundo o  Catecismo Menor de Westminster (Q.35), é “a obra da livre graça de Deus, pela qual somos renovados em todo o nosso ser, segundo a imagem de Deus, habilitados a morrer cada vez mais para o pecado e a viver para a retidão.” O conceito não é que o pecado é totalmente erradicado ou completamente controlado, mas de uma divina mudança de disposições, virtudes, hábitos pecaminosos e caráter, forjados nos moldes de Cristo.

Continuar lendo

Jesus Cristo morreu para nos declarar justos diante de Deus

A Justificação não é apenas uma das conseqüências da Obra de Cristo a nosso favor, mas um tema doutrinário central na Salvação e fundamental para a essência do cristianismo. Tal importância é expressa pelo próprio vocábulo: “JUSTIFICAR”, que carrega o sentido de declara justo diante de Deus“. Isso não significa que uma pessoa, ao ser declarada justa, seja absolutamente sem falhas ou completamente justa no seu proceder, mas que a partir desse momento ela é Posicionalmente Justa, ou livre de culpa do pecado. “A justificação é o pronunciamento do juiz justo de que o homem em Cristo é justo; mas esta justiça é uma questão de relacionamento, e não de caráter ético“.

Continuar lendo